Inclua estes alimentos na dieta e viva 10 anos mais, com saúde

Para viver mais é preciso incluir no cardápio hortaliças, legumes, leguminosas, frutas, oleaginosas, cereais integrais, azeite de oliva e também peixe, laticínios e vinho

Maya Santana, 50emais

A alimentação é fundamental, todo mundo sabe, para quem planeja viver sem maiores problemas de saúde até a velhice. E os estudos de universidades importantes citadas neste artigo de Carol Salles para o Uol comprovam a relação direta entre alimentação e longevidade. Se você quer viver mais, precisa incluir no seu cardápio frutas, legumes, hortaliças, cereais integrais, peixes, azeite de oliva e outros alimentos da chamada dieta mediterrânea. Há quase uma unanimidade em torno dessa dieta, consumida em áreas do planeta onde as pessoas, em geral, vivem mais do que a média mundial, como é o caso dos habitantes da ilha grega de Ikaria, mencionada no artigo.

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Há anos, a dieta básica de algumas populações que vivem na região do Mediterrâneo rende material farto para estudos relacionados à saúde, e várias pesquisas comprovam seus benefícios. O cardápio, que tem como eixo o consumo de hortaliças, legumes, leguminosas, frutas, oleaginosas, cereais integrais, azeite de oliva e também inclui peixe, laticínios e vinho, ajuda a diminuir a ocorrência de doenças do coração e mantém o cérebro jovem por mais tempo, entre outras vantagens.

De maneira geral, moldada pelo clima e a tradição agrícola da região, a dieta constitui-se de boas fontes de vitaminas, minerais, carboidratos integrais e proteínas e gorduras, com baixo consumo de gordura saturada e alimentos industrializados.

Um estudo realizado pela Universidade de Atenas, na Grécia, mostrou que habitantes de uma pequena ilha grega chamada Icaria têm duas vezes mais chances de chegar aos 90 anos do que os americanos. Eles também vivem de 8 a 10 anos a mais antes de terem câncer ou doenças coronarianas. Por fim, os icarianos têm menor índice de depressão e demência.

Um estilo de vida tranquilo, aliado à uma vivência ativa ao ar livre em qualquer idade, entre outros fatores, certamente contribuem para isso, mas a dieta também tem grande papel na boa saúde desse povo.

Um outro estudo, realizado na Universidade de Edimburgo, Escócia, e publicado no periódico Neurology, mostrou que o cérebro de pessoas idosas que seguiam uma alimentação mediterrânea clássica reteve a maior parte de seu volume, enquanto aqueles que não o faziam, ou faziam de maneira intermitente, ficavam mais propensos a desenvolver atrofia cerebral. Com isso, aumentam as chances de problemas de memória e aprendizado.

Mas não é só: a dieta também ajuda a manter a saúde ocular e a conter o refluxo laringofaríngeo.

No primeiro caso, a comprovação veio por meio de um estudo feito na Universidade de Coimbra, em Portugal. Durante dois anos, analisou-se a dieta de 883 pessoas acima de 55 anos. A conclusão foi a de que aqueles que se alimentavam à moda mediterrânea tinham 35% menos chance de sofrerem com a degeneração macular, uma condição que não tem cura e pode levar à cegueira. Um dado curioso é que os pesquisadores também notaram que, dentre os que adotavam a dieta, aqueles que consumiam muitas frutas se beneficiavam ainda mais. Clique aqui para ler mais.

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