Martinha, 62: uma história de abusos, violência e preconceito

Foram tantos os reveses, que ela não sabe como está viva

Maya Santana, 50emais

Impossível não se condoer, não se indignar com a história de brutalidades cometidas contra Martinha, travesti baiana de 62 anos, vítima da crueldade da ditadura militar. No vídeo, ela conta que foi presa mais de 200 vezes durante o período em que os militares estiveram no poder, simplesmente por ser travesti.É uma história de abusos, violência e preconceito. “Deus me deixou viva para eu poder contar essa história para outras gerações,” diz ela.

Veja o depoimento:

LGBT+60: corpos que resistem

Aos 62 anos, Martinha conta que foi presa mais de 200 vezes durante a ditadura militar. A razão: ser travesti. Ela descreve neste vídeo uma história de abusos, violência e preconceito. "Deus me deixou viva para eu poder contar essa história para outras gerações". O vídeo é parte da série "LGBT+60: corpos que resistem e você pode ver a versão completa aqui: http://bit.ly/CorposQueReistemMartinha

Publicado por Projeto #Colabora em Sexta, 19 de outubro de 2018

Este vídeo é parte da série “LGBT+60: corpos que resistem. Você pode ver a versão completa aqui.

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