Nem sempre a perda da memória significa um problema sério

O esquecimento pode abrir espaço no cérebro para aspectos mais importantes

Maya Santana, 50emais

Um texto do jornal da USP (Universidade de São Paulo), acompanhado do áudio de um médico especialista, mostrando que muitos daqueles esquecimentos que a gente tem com tanta frequência na vida diária não significam nada de mais sério e até beneficiam o cérebro, pois abrem espaço para outras informações consideradas mais importantes. Isso foi constatado através de estudos. Mas é preciso ficar atento, porque o esquecimento (patológico, ou doentio) é um dos sintomas da doença de Alzheimer, por exemplo. Como esquecer – onde pôs a chave do carro, o celular, o nome de certas pessoas – é parte integrante da vida de qualquer pessoa que passou de uma certa idade, achei que valia a pena fazer este post.

Clique aqui para ouvir o áudio com as explicações imprescindíveis do Dr. Vitor Tumas, da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP) da USP.

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2 comentários

  1. Muito interessante essa matéria!
    A diferença entre esquecimento fisiológico e esquecimento patológico, que o professor de medicina da USP, no áudio, muito bem explica e exemplifica, me ajuda a entender melhor essa questão do esquecimento à medida que envelheço.
    Parabéns, Maya Santana, por tudo de interessante e útil que você posta neste seu interessante e útil blog!

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