Arquivos de Tag: Lya Luft

Lya Luft: “Afinal, quem é Lya Luft?”

Maya Santana, 50emais Nesta crônica delicada de Lya Luft, a escritora aproveita para falar, muito discretamente e já no penúltimo parágrafo, da morte repentina de um de seus três filhos, André, de 51 anos, no Dia de Finados, em novembro passado, enquanto surfava numa praia de Santa Catarina. Fez com que eu me lembrasse da minha mãe quando o meu ... Leia Mais »

Novo Ano Novo

Lya Luft Primeiro, eu entendia que ano novo era mano novo, e ficava feliz com mais um bebê em casa, eu desde sempre louca por crianças e bebês. Até hoje, seguidamente, sonho que tenho um ou vários no colo. Depois, fui entendendo que não era mano, e sim ano, e também compreendi, vagamente, essa questão dos números com que demarcamos ... Leia Mais »

Lya Luft: O tempo, feroz amigo

Maya Santana, 50emais Nesta crônica, publicada recentemente no jornal Zero Hora, a escritora gaúcha Lya Luft fala de um tema ao qual ela está sempre recorrendo: a passagem implacável do tempo e a “implicância” – quem sabe, medo – que demonstramos ter de palavras como envelhecimento, velho, velhice e outras derivadas. Num tempo em que o número de pessoas com ... Leia Mais »

Lya Luft – Velhice, por que não?

Maya Santana, 50emais A passagem do tempo é um dos temas preferidos da escritora e tradutora gaúcha Lya Luft. Ela própria já confessou. Tem livro sobre este assunto, que aborda com frequência também em suas crônicas. Beirando os 79 anos de vida ( 15 de setembro), Lya Luft sempre expressa uma visão que não é rósea, mas mais positiva da ... Leia Mais »

Lya Luft: O rio do tempo e nós

Maya Santana, 50emais Nesta crônica, publicada no jornal Zero Hora, a escritora gaúcha Lya Luft, 78, volta a um de seus temas preferidos, a passagem do tempo. Um assunto que também fascina a maioria de nós, já que o passar, inexorável, do tempo traz consequências irreversíveis para todos. E esse avançar da vida é um processo que culmina, inevitavelmente, no ... Leia Mais »

Para que a existência valha a pena

Lya Luft Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade, embora pareça que ainda estamos vivos. Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar o ... Leia Mais »

Canção das Mulheres

Lya Luft – Que o outro saiba quando estou com medo, e me tome nos braços sem fazer perguntas demais. Que o outro note quando preciso de silêncio e não vá embora batendo a porta, mas entenda que não o amarei menos porque estou quieta. Que o outro aceite que me preocupo com ele e não se irrite com minha ... Leia Mais »

Viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos

Lya Luft – Não lembro em que momento percebi que viver deveria ser uma permanente reinvenção de nós mesmos — para não morrermos soterrados na poeira da banalidade embora pareça que ainda estamos vivos. Mas compreendi, num lampejo: então é isso, então é assim. Apesar dos medos, convém não ser demais fútil nem demais acomodada. Algumas vezes é preciso pegar ... Leia Mais »

O ciclo da vida

Lya Luft – Recorro à minha profissão de tradutora, que exerci intensamente por longo tempo, para apresentar aqui versos da poetisa americana Edna St. Vincent Millay, falecida, sobre a morte: “Não me resigno quando depositam corações amorosos na terra dura. / É assim, assim será para sempre: / entram na escuridão os sábios e os encantadores. Coroados / de lírios ... Leia Mais »