Tarot da Semana: Decidindo o nosso futuro

Por um futuro de dias de paz, abundância, esperança e fé

Por um futuro de dias de paz, abundância, esperança e fé

Alexandre Moreira, Tarólogo

Neste domingo decide-se quem governará o país nos próximos anos. Tarefa difícil para qualquer ser humano. Difícil para quem for eleito, mais difícil ainda para quem tem a responsabilidade de, com alguns toques de dedo, eleger.

O mesmo dedo que se ergue para acusar, apontar falhas, defeitos, comprometer ou difamar governos, governantes, seus planos e equipes, é o que irá decidir quem irá governa-lo, quem irá imprimir um estilo de liderança, a pessoa que irá representar toda uma nação, falar e responder por ela. Ao digitar uma pequena sequência numérica, assumimos o compromisso da escolha, da decisão. Tivemos meses de “tribunal”, com as “partes” se digladiando em público, frente às câmeras de tv, nos comícios, jornais e revistas, nos sites e programas de rádio. Agora é chegada a hora de tomarmos uma decisão e estabelecermos uma sentença.

No tarot, a carta que representa o ideal de Justiça, de imparcialidade, de total ausência de emoções ao tomar decisões racionais, é o Arcano VI. A Justiça é aquela que reúne provas, estuda minuciosamente a situação, forma uma decisão e aplica a pena. Tivemos, durante a campanha eleitoral, a oportunidade de conhecermos ainda melhor os candidatos, seus planos; fomos bombardeados com notícias, pesquisas, dados, informações, muitas vezes “provas falsificadas”; ouvimos e lemos opiniões de todos os segmentos da sociedade civil; tivemos, enfim, tempo para podermos optar pelo continuísmo ou arriscar uma mudança. Ficar naquilo que já conhecemos, ou jogar com a sorte e escolher o novo e desconhecido? Aliás, se prestarmos atenção iremos notar quantas vezes fazemos escolhas, julgamos o que nos é melhor e pior, no decorrer de um único dia.

Quando a carta da Justiça surge num jogo de tarot ela sugere que respiremos fundo, abandonemos todo preconceito, toda ira, toda vã simpatia, toda piedade, todo rancor, e raciocinemos. Ela nos solicita a mais perfeita clareza de pensamento, que estejamos despidos de tudo o que possa, minimamente, influenciar nossa escolha que não seja a Verdade.

Votar é uma tarefa de enorme responsabilidade, pois é um julgamento e gera uma sentença: alguém ganha enquanto outro perde. Uma nação inteira está, hoje, esperando pela sentença pois, afinal, quem irá cumprir a pena somos nós mesmos, os cidadãos, os eleitores. A consequência da nossa escolha, do premir do nosso dedo nas teclas da urna eletrônica, irá gerar o que teremos de enfrentar no futuro próximo.

Que os nossos dedos sirvam, ao registrar nosso voto, para que tenhamos sabido ser justos conosco e com o próximo, tendo decidido por um futuro de dias de paz, abundância, esperança e fé.

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Um comentário

  1. Que as energias do bem estejam agindo sobre nós e nossas escolhas, pois não é só a nós que esta opinião afeta. Se estamos certos ou errados, só o tempo poderá dizer, pois nem a nós mesmos sempre nos favorecemos.

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