Asilo e creche juntos unem as duas pontas da vida

[tribulant_slideshow gallery_id=”89″] A creche ILC, localizada em Seattle, nos Estados Unidos, conta com estrutura e atividades semelhantes a qualquer outra instituição, no entanto, as crianças têm a oportunidade de brincar e fazer companhia para os idosos que vivem no local

A notícia da existência desse lugar surgiu há alguns dias. Mas, porque o 50emais estava sendo reestruturado, só agora estou publicando aqui. A ideia não poderia ser mais genial. Para educar os pequenos, de forma que respeitem as pessoas mais velhas, uniram num mesmo espaço as duas pontas da vida: crianças em idade pré-escolar e velhos. O resultado da convivência é muito, muito bom para os dois lados.

Leia o artigo publicado pelo Uol:

As pequenas mãozinhas brincam com as mãos marcadas pelo tempo e de movimentos lentos em Seattle, nos Estados Unidos. As brincadeiras e as atividades poderiam confundir o visitante desavisado. Trata-se de uma casa de repouso para idosos ou uma pré-escola? O Intergenerational Learning Center juntou as duas coisas.

O espaço tem a estrutura física que as duas instituições precisam, mas com a troca de afeto entre gerações que outras escolas e lares para idosos não têm. No local, a energia das crianças completa a experiência de vida dos mais velhos.

Interação perfeita entre velhos e crianças aprimora educação dos pequenos

Interação perfeita entre velhos e crianças aprimora educação dos pequenos

“Ao longo de meses filmando, observei muitas trocas incríveis entre idosos e crianças”, diz Evan Briggs, que gravou um filme sobre a experiência entre as duas gerações no ILC.

O local abriga crianças de até cinco anos que realizam atividades cotidianamente com os mais de 400 idosos atendidos no espaço.

De um lado, as crianças aprendem a se relacionar com diferentes gerações, a respeitar os mais velhos e a conviver com pessoas com limitações físicas. Já os idosos recebem carinho e são estimulados intelectual e fisicamente pelos exercícios com os alunos.

Para que as imagens gravadas no ILC virem um documentário, Briggs resolveu criar um projeto de financiamento coletivo para arrecadar o dinheiro necessário para a edição. Ela precisava atingir 50 mil dólares para concluir o projeto, mas até o dia 19 de junho, já havia conseguido cerca de 80 mil dólares (quase R$ 250 mil).

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Um comentário

  1. Ideia genial!!!!!!!

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