Amy Winehouse, estrela da música pop que se apagou cedo demais

Cantora e compositora britânica impressionou por talento, estilo, escândalos e uso de drogas. Há 5 anos, morreu em seu apartamento poucos meses após turnê no Brasil

Cantora e compositora britânica impressionou por talento, estilo, escândalos e uso de drogas. Há 5 anos, morreu em seu apartamento, poucos meses após turnê no Brasil

Já se passaram cinco anos daquele trágico sábado, 23 de julho, quando ficamos sabendo da morte precoce de Amy Winehouse, aos 27 anos de idade. O corpo da atormentada cantora foi encontrado em sua casa, no bairro de Camden Town, em Londres. Amy, seria anunciado dias mais tarde, morreu intoxicada pelo excesso de bebida alcóolica que vinha ingerindo. Definitivamente, o sucesso não fez bem à jovem nascida no norte da capital britânica, considerada um fenômeno musical. Quase que o tempo todo drogada ou bêbada, Amy se consumiu de tal forma que inviabilizou sua tão promissora carreira. E o mundo perdeu, de repente, uma estrela.

Leia o excelente artigo de Ana Cristina Tavares* para o portal G1:

Como disse o cantor Elton John: ‘‘A única coisa que pode segurar Amy é ela mesma’’. Amy Winehouse, morta aos 27 anos, será lembrada por ter, em tão pouco tempo de carreira, influenciado tantas pessoas no mundo. Suas músicas revelam traços de uma mulher divertida, sincera e geniosa, capaz de rir de suas próprias burradas, de confessar os seus vícios e que chorou por causa de um romance fracassado. Um exemplo disso é o disco ‘‘Back to black’’, no qual a artista ora detona um namorado que a fez perder um show de Slick Rck (‘‘Me & Mr Jones’’) e no outro reconhece ser encrenqueira (‘‘You know I’m no good’’), como publicado na edição do GLOBO de 20 de fevereiro de 2007.

Amy nasceu em 14 de setembro de 1983, em Southgate, ao Norte de Londres, numa família judia com forte tradição musical: o pai Mitchell, além de motorista de táxi, era cantor amador; a mãe Janis, farmacêutica, tinha irmãos músicos profissionais de jazz. Micth cantava com a filha adolescente clássicos de Frank Sinatra, como ‘‘I only have eyes for you’’, e o irmão Alex também a influenciou musicalmente, aproximando-a da guitarra.

Descoberta em 1998, aos 15 anos, quando cantava em clubes de jazz, só em 2003 a cantora e compositora lançou seu primeiro álbum, ‘‘Frank’’, uma boa mostra de seu talento. Mas foi no lançamento em 2006 do segundo CD, “Back to black’’ (uma mistura de R&B e rock), que veio o sucesso mundial, puxado pela canção ‘‘Rehab’’. O disco vendeu 10 milhões de cópias. Foi quando a cantora mudou o seu visual: emagreceu, criou o penteado alto e armado, fez mais tatuagens e adotou a maquiagem de gatinha nos olhos. A partir de então, o estilo retrô se consolidou e ela passou a usar vestidos de alcinha, alguns em xadrez Vichy – um misto de boneca e pin-up explosiva.

Seu estilo virou febre e conquistou até o mundo da moda. Após a sua morte, o estilista Paul Gaultier homenageou Amy em seu desfile de verão/2012. Em 2008, a brasileira Triton mostrou no São Paulo Fashion Week, um desfile inspirado na cantora. E para a turnê na Europa, a pedido da cantora, a estilista Naomi Parry fez alguns modelos de vestidos com estampas tropicais.

Uma das artistas mais polêmicas dos últimos tempos, a cantora e compositora de soul, jazz e R&B chamava a atenção por seu talento e sua aparência, mas também pelo uso abusivo de drogas e os escândalos. Em 2007, casou-se secretamente com Blake Fielder-Civil, em Miami, que declarou ter apresentado a cantora à cocaína e à heroína. O GLOBO de 9 de fevereiro de 2007 noticiou a vitória de Amy como melhor cantora no Brit Awards. Clique aqui para ler mais. (Fonte: Portal G1)

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