Animais têm poderes secretos e dons paranormais

O gato Oscar acariciado pelo médico David Dosa

O gato Oscar acariciado pelo médico David Dosa

Muita gente não acredita, mas está comprovado: os animais têm certos poderes que vão além da nossa compreensão. A história do gato Oscar está aí para mostrar: vivendo num hospital, ele sabia quais das pessoas internadas iam morrer. Nos momentos finais, instalava-se na cama do paciente e só saía depois de sua morte. A tal ponto que, quando as enfermeiras o viam na cama de alguém, já ligavam para a família.

Leia histórias incríveis neste artigo publicado pelo site brasil247:

Cães telepatas, gatos capazes de prever a morte das pessoas, elefantes que sabem quando um terremoto irá acontecer. Os animais percebem muito mais do que nossos sentidos conseguem captar. A ciência reconhece isso, mas ainda não consegue explicar.

Oscar, um lindo gato de pelo malhado, possui o dom de prever a morte de alguém. Oscar mora no Steere House Nursing and Rehabilitation Center, no Estado de Rhode Island (EUA), uma instituição que toma conta de pacientes idosos que sofrem de demência senil. Ele foi adotado pela equipe médica em 2005, junto com outros animais abandonados, para distrair e fazer companhia aos pacientes e a seus familiares, nas horas de visita. Oscar, no entanto, para consternação geral, passava a maior parte do tempo escondido ou arredio, não parecendo muito interessado em socializar com os pacientes e visitantes. Mostrava-se, na verdade, bastante distante. Um ano se passou, até que Oscar deu mostras de querer se dedicar a tarefas bem mais especializadas: confortar pacientes moribundos durante as suas últimas horas de agonia.

Oscar deixando o quarto de um dos pacientes depois de uma de suas visitas

Oscar depois de uma visita ao quarto de um paciente

A equipe, composta de médicos e enfermeiros, percebeu que Oscar começara a fazer rondas de quarto em quarto. Na porta de cada um deles, repetia o mesmo ritual: empurrava a porta com a cabeça, observava o paciente e cheirava o ar. Raramente ele passa muito tempo com alguém – exceto com aqueles que estão vivendo suas últimas horas.

No início, parecia que a presença de Oscar sobre a cama de um paciente moribundo devia-se a um mero acaso. Mas, com o tempo, o seu número de acertos ficou tão grande que, quando ele sobe na cama e se deita ao longo do paciente, os enfermeiros já ligam para a família avisando que o doente está nas últimas. Se impedido de entrar no quarto de um paciente nessas condições, Oscar se mostra teimoso e, com a pata, procura empurrar a porta e forçar a própria entrada. Vinte e cinco vezes seguidas, Oscar previu com exatidão qual paciente seria o próximo a morrer. Em todas as vezes, ele penetrou no quarto e, silenciosamente, permaneceu lá dentro até o desenlace.

A coruja era um dos animais prediletos dos magos e

A coruja é um dos animais prediletos dos magos e adivinhos

O médico David Dosa, clínico da Steere House, no início duvidou do talento peculiar de Oscar. Depois, mudou totalmente de opinião. Em artigo escrito em 2007 para o New England Journal of Medicine, ele conta: “A Senhora K. permanece tranquilamente em seu leito, com respiração calma porem muito fraca… Oscar entra no quarto e cheira o ar. Rodeia a cama duas vezes, até saltar sobre ela e colocar-se ao lado da senhora K. Uma enfermeira entra no quarto para ver como estava a paciente. Nota a presença de Oscar. Preocupada, ela telefona para a família da paciente. Meia hora depois, os familiares da senhora K. chegam à clínica. Oscar permanece tranquilo sobre o seu leito. Um garoto, neto da paciente, pergunta a sua mãe: ‘O que o gato está fazendo ali?’ A mãe, segurando as lágrimas, responde: ‘Ele está ajudando a vovó chegar ao céu”.

Meia hora depois, a senhora K. dá seu último suspiro. Logo em seguida, Oscar se levanta, olha ao redor, e deixa o quarto tão silenciosamente que a família nem percebe. Trazido de um abrigo de animais, Oscar cresceu na unidade para dementes senis da Steere House. A clínica adotou há anos um programa em que animais são levados à companhia dos pacientes, a fim de que estes tenham manifestações de afeto e amizade. Cerca de seis animais residem ali, promovendo conforto aos pacientes. Mas só Oscar demonstrou a capacidade especial de perceber qual paciente morrerá em breve.

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Depois de aproximadamente seis meses, médicos e enfermeiras da clínica notaram que o gato fazia sua própria ronda entre os pacientes. Ele cheirava e observava os doentes, e às vezes escolhia um deles para ir deitar-se junto. O que surpreendia a todos era que os pacientes com quem Oscar dormia vinham a falecer cerca de duas a quatro horas depois de sua chegada. Clique aqui para ler mais.

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4 comentários

  1. “Há mais coisas entre o céu e a terra do que julgam nossa vã filosofia”.

  2. maria das graças alves e silva

    Tenho 65 anos e já lido com animais , principalmente gatos, desde quando era criança. Já sabia por experiencia de tudo isso. O que eu já sabia , só agora começaram a estudar e comprovar! Por isso eu tenho o maior desprezo por quem mata um animal.

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