Calvície feminina pode acabar levando a depressão

Suely Rocha recuperou a autoestima depois que fez um implante

Suely Rocha optou por um implante para resolver o problema

A partir de uma certa idade, não há quem não repare na queda dos cabelos. À medida que o tempo passa, os fios vão caindo mais rapidamente, como parte do processo de envelhecimento do corpo. No meu caso, dou sorte pois sempre tive muito cabelo. Mas conheço mulheres que sofrem, fazem tratamento antiqueda e se angustiam com o raleamento dos cabelos. De acordo com este artigo publicado pelo portal uai, existem mais de 100 causas para a chamada calvície feminina.

Leia o artigo:

Enquanto o cabelo era sinônimo de força para Sansão, é provável que Dalila o enxergasse como símbolo de feminilidade. Ou seja, perdê-lo pode ser algo devastador para as mulheres. Como perder uma batalha. O problema é enfrentado por muitas brasileiras. A estimativa é de que 40% das que passaram dos 50 anos apresentam algum grau de calvície. Em casos mais extremos, a perda de cabelo mexe com a autoestima e pode até desencadear depressão.

Existem mais de 100 causas conhecidas do problema. A mais comum está relacionada com a genética. Apesar de a queda de cabelo não passar necessariamente de uma geração para a outra, a herança familiar tem forte influência. “Se a mulher tem pais, avós, tios ou irmãos calvos, a probabilidade de ter queda de cabelo é maior”, pontua o cirurgião plástico Marcelo Pitchon, especialista em transplante capilar. Ele informa que 95% a 98% dos casos têm ligação com a genética, o que leva a alopecia (nome técnico da calvície) androgenética a se manifestar com mais frequência entre as pacientes.

Geralmente, as mulheres calvas começam a perder cabelo a partir de um a dois centímetros depois da linha que emoldura o rosto. Já os homens costumam apresentar as famosas entradas, até que ficam sem o contorno entre a testa e o couro cabeludo. Pitchon esclarece que há, na linha do cabelo das mulheres, uma enzima chamada aromatase que tem papel protetor do couro cabeludo. A substância não está presente na cabeça dos homens.

É normal perder até 100 fios todos os dias. Isso porque o cabelo tem um ciclo de vida, que pode durar de dois a sete anos, em que passa pelas fases de nascimento, crescimento e queda espontânea. Em mulheres com tendência genética, os fios vão crescendo cada vez menos, até que ficam praticamente imperceptíveis, deixando o couro cabeludo à mostra.

Quem não tiver paciência para contar fio a fio pode observar outros aspectos que caracterizam a alopecia androgenética. Se o rabo de cabelo começa a afinar, algumas áreas do couro cabeludo estão visíveis ou há fios muito finos entre os normais, é hora de fazer avaliação com um especialista. “Vemos mulheres que compram uma série de produtos, que não são necessariamente ruins, mas não são indicados para o caso delas. Não existe receita de bolo. Queda de cabelo é um assunto médico. A orientação é procurar um dermatologista e não fazer tratamentos caseiros”, alerta o coordenador do Departamento de Cabelos e Unhas da Sociedade Brasileira de Dermatologia, Francisco Le Voci. Clique aqui para ler mais.

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Um comentário

  1. Muito boa a reportagem! Disse tudo que eu queria saber…..

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