Campanha para diminuir flagelo do câncer de mama

A esperança de conter o câncer está na combinação do autoexame, exame médico e mamografia

Doença será contida com o autoexame, exame médico e mamografia

É impressionante como o câncer de mama avança. É um dos que mais matam mulheres no Brasil. O Instituto Nacional do Câncer projeta em mais de 57 mil novos casos no país este ano. Dentro da campanha “Outubro Rosa”, acaba de ser lançado em Minas Gerais um programa para estimular a mulher a fazer o autoexame e a não deixar de fazer a mamografia.

Leia o artigo publicado pelo portal Uai:

O Palácio do Planalto, em Brasília, com a iluminação que chama a atenção para a doença

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Nos próximos 30 dias, o Brasil se iluminará de rosa. As principais cidades brasileiras vão ganhar as cores da luta contra o câncer de mama, o segundo tipo mais frequente no mundo, e o mais comum entre as mulheres. O Outubro Rosa é um movimento mundial de conscientização para a importância do diagnóstico precoce da doença. Mais do que admirar importantes monumentos, ele chama as mulheres a olharem para si próprias: está nas mãos delas mudar as estatísticas que crescem a cada ano.

O Instituto Nacional de Câncer José Alencar Gomes da Silva (Inca) estima 57.120 novos casos em 2014. Só para Minas Gerais, foram projetados 5.210 casos, 5% a mais que em 2013. Segundo o mastologista e cirurgião plástico Thadeu Rezende Provenza, superintendente da Associação de Prevenção do Câncer na Mulher (Asprecam), em 20 anos, o DataSUS revela um aumento de 120% nas mortes por câncer de mama em Minas.

O Cristo Redentor, no Rio de Janeiro, também ficou cor de rosa

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“Isso se deve a diagnósticos e tratamentos tardios, desinformação e medo. Muitas mulheres ainda enxergam o câncer de mama como uma doença que mutila e mata, entretanto, mais de 90% dos casos são curáveis se descobertos precocemente”, alerta. A esperança está na combinação do autoexame, exame médico e mamografia.

Segundo Provenza, o autoexame surgiu para dar chances de o tumor ser tratado na fase mais inicial possível, o que pode evitar, inclusive, a retirada da mama. É também importante ferramenta para a detecção do tumor de intervalo, aquele que aparece no período de tempo entre uma mamografia e outra. “Algumas mulheres têm resultado negativo no exame e três meses depois podem desenvolver o tumor”, comenta. Clique aqui para ler mais.

Até a hidrelétrica de Itaipu aderiu ao campanha para alertar para o câncer de mama

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