Maria Della Costa: mais um ícone que desaparece

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Não poderia deixar de registrar aqui a morte da atriz Maria Della Costa, na tarde deste sábado. Maria morreu no Rio de Janeiro aos 89 anos, completados no dia primeiro deste mês. Como lembra o jornalista Arthur Xexéu neste artigo publicado por O Globo, ela “foi uma das pessoas mais importantes na modernização do teatro brasileiro, nos fins dos anos 40 e início dos anos 50.”

Leia o artigo:

Maria Della Costa, uma das maiores atrizes de teatro do Brasil, morreu na tarde deste sábado, dia 24, aos 89 anos. A atriz estava internada no hospital Samaritano, em Botafogo, na zona sul do Rio, e foi vítima de um edema pulmonar agudo. As informações são do “Jornal Nacional”, da TV Globo.

Nascida em Flores, no interior do Rio Grande do Sul, Gentile Maria Marchioro Della Costa Poloni –ou simplesmente Maria Della Costa– iniciou a sua carreira artística no Rio, em 1944, aos 18 anos de idade, a convite da amiga Bibi Ferreira.

No teatro, interpretou grandes textos como “Anjo Negro”, de Nelson Rodrigues, “Prostituta Respeitosa”, de Sartre, “Ralé”, de Gorki, entre outros. Em 1954, lançou a sua própria casa de espetáculos, o Teatro Maria Della Costa, localizado no bairro da Bela Vista, em São Paulo.

Na TV, Della Costa participou de novelas como “Beto Rockfeller”, da extinta TV Tupi (1968), e “Te Contei” e “Estúpido Cupido”, na TV Globo, na década de 70. O seu último trabalho na televisão foi em “Brasileiras e Brasileiros”, pelo SBT, em 1990.

A atriz era viúva do também ator Sandro Polloni e não tinha filhos.

Na Globo News, o jornalista Artur Xexéo lamentou a morte de Maria Della Costa. “Foi uma das pessoas mais importantes na modernização do teatro brasileiro, nos fins dos anos 40 e início dos anos 50. Perder os ‘tiques’ que tinha do teatro português. Se tornou mais brasileiro. Ela é daquelas atrizes, como Tônia Carrero, que teve muitas dificuldades de convencer a crítica porque era bonita demais. Ela era tão bonita como a Marilyn Monroe”, comparou Xexéo.

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