Os melhores países para se curtir a aposentadoria

[tribulant_slideshow gallery_id=”73″] Imagens do Panamá, França, Malásia, Malta, Portugal, Tailândia e Belize

Para quem sonha ir viver a aposentadoria em um outro país, a BBC elaborou um guia dos sete melhores lugares do mundo para curtir essa etapa da existência. Na lista, dois países latino-americanos: o Panamá, apontado como o melhor de todos para se viver a terceira idade, e Belize, uma pequena ex-colônia da Grã-Bretanha, na América Central.

Leia os detalhes dos países selecionados:

Panamá

Para quem pretende se aposentar e morar em um lugar onde o dinheiro renda bastante, o Panamá, o país mais ao sul da América Central, pode ser ideal.Sua capital, Cidade do Panamá, está na 124ª posição de uma lista de 131 cidades do mundo em termos de custo de vida, segundo a Economist Intelligence Unit. Isso significa menos do que morar em Manila, nas Filipinas, uma das capitais mais baratas do Sudeste Asiático.

Uma refeição completa para duas pessoas em um restaurante médio do Panamá custa o equivalente a US$ 32,50 (pouco mais de R$ 90), segundo o numbeo.com, um site que segue os preços dos itens do dia-a-dia.

Uma renda fixa e segura é fundamental para se conseguir um visto de permanência. O país oferece um visto de “turista pensionista” que dura pelo resto da vida, e que normalmente pode ser obtido por quem recebe mais de US$ 1 mil por mês (cerca de R$ 2,9 mil).

Um recanto da Cidade do Panamá, capital panamenha

Um recanto da Cidade do Panamá, capital panamenha

O Panamá tem um sistema de saúde bem avaliado, com médicos que estudaram nos Estados Unidos e na Europa. Mas é importante se planejar para gastar pelo menos US$ 200 (ou R$ 575) por mês em um plano de saúde.

Morar também não requer muito dinheiro, com casas de três quartos bem localizadas a um preço médio de US$ 180 mil (pouco mais de R$ 500 mil). E o país é relativamente seguro se comparado a outras nações centro-americanas, segundo o Departamento de Estado americano.

França

Destino turístico número 1 do mundo, a França se vangloria de muitas atrações: vilarejos lindos, cozinha refinada, vinho barato e um clima bastante ameno no sul. Por isso, o país é também o que mais recebe moradores estrangeiros dentro da União Europeia.

Vilarejo no interior da França, país que está entre os melhores

Interior da França, país que mais recebe moradores estrangeiros da UE

Mas a França não rima com um baixo custo de vida. O país cobra impostos relativamente altos, além de uma taxa sobre a riqueza, aplicada aos residentes cujos bens excedam 800 mil euros (ou cerca de R$ 2,6 milhões).

Os custos têm suas compensações: a França tem um dos sistemas de transporte público mais elogiados do mundo, inclusive com uma rede de trens de alta velocidade e com descontos para pessoas com mais de 60 anos.

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O país também tem um dos melhores sistemas de saúde pública do mundo, largamente subsidiado pelo governo, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS). Quem consegue se tornar um residente legal terá menos custos com saúde do que em muitos outros países europeus.

Além disso, a França nem sempre é cara. Comer em um restaurante pode ser barato e, fora de Paris, o preço dos imóveis é relativamente baixo. Uma casa na região de Limousin, no Massif Central, pode custar pelo menos 73 mil euro (quase R$ 240 mil), enquanto um apartamento mediano na Provença vale cerca de 415 mil euros (ou R$ 1,36 milhão). Clique aqui para ler mais.

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Um comentário

  1. Era tudo o que eu queria na yida,morar na Europa,que seja a França,em um destes lugarejos lindos! Infelizmente acho que ainda não será possível!

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