Arquivos de Tag: Mário Quintana

Poemas para todas as mães

Maya Santana, 50emais O 50emais selecionou quatro poemas para homenagear, neste domingo, 13 de maio, todas as mães: àquelas que, afortunadamente, estão conosco e também as que já se foram. Mães daqui, de lá, de todas as partes, dignas da poesia mais pura, da escrita mais lírica. Leia: MÃE… Mário Quintana São três letras apenas, As desse nome bendito: Três ... Leia Mais »

O Ano Novo, nas palavras e emoção dos nossos grandes poetas

Maya Santana, 50emais Para saudar 2017 e entrar o ano em boa companhia, selecionei estas pequenas maravilhas de quatro poetas maiores – Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Mário Quintana e Ferreira Gullar. Cada um com sua fina, individualíssima e fascinante concepção do que é “Ano Novo”. Leia: Ano Novo, Fernando Pessoa Ficção de que começa alguma coisa! Nada começa: ... Leia Mais »

O Chapéu Violeta

Erma Bombeck- Aos 3 anos: Ela olha pra si mesma e vê uma rainha. Aos 8 anos: Ela olha para si e vê Cinderela. Aos 15 anos: Ela olha e vê uma freira horrorosa. Aos 20 anos: Ela olha e se vê muito gorda, muito magra, muito alta, muito baixa, muito liso, muito encaracolado, decide sair mas, vai sofrendo. Aos ... Leia Mais »

Abujamra recita “O Tempo”, de Mário Quintana

O ator, diretor de teatro e apresentador Antônio Abujamra morreu na terça-feira, dia 28, na casa em que morava, em São Paulo – foi encontrado morto pelo filho. Ele tinha 82 anos. E deixa admiradores – me incluo entre eles – no Brasil inteiro. Veja que tocante sua declamação de “O Tempo”, poema de Mário Quintana. Leia Mais »

O Ano Novo, nas palavras e emoção dos poetas

Para saudar 2015 e entrar o ano em boa companhia, selecionei estas pequenas maravilhas de quatro poetas maiores – Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade, Mário Quintana e Ferreira Gullar. Cada um com sua fina, individualíssima e fascinante concepção do que é “Ano Novo”. Leia: Ano Novo, Fernando Pessoa Ficção de que começa alguma coisa! Nada começa: tudo continua. Na ... Leia Mais »

20 anos sem Mário Quintana, poeta da delicadeza

“Se tu me amas, ama-me baixinho Não o grites de cima dos telhados Deixa em paz os passarinhos Deixa em paz a mim! Se me queres, enfim, tem de ser bem devagarinho, Amada, que a vida é breve, e o amor mais breve ainda…” O poema é de Mário Quintana, cuja poesia, segundo Carlos Drummond de Andrade, “comove e diverte, pela delicadeza ... Leia Mais »